
Hoje o dia foi complicado! Acordei as quatro da manhã com uma terrível dor de cabeça, levantei para tomar um remédio, e adivinhem? Bati a cabeça na cabeceira da cama, e de quebra não achei os chinelos. Fui até a cozinha, enchi um copo com água, tomei o bendito remédio e pisei em um caco de vidro. Ignorei o sangue que pingava e deitei na cama para tentar tirar pelo menos uma soneca antes de amanhecer.
Tocou o despertador, não tinha dormido nada, e ainda fiquei um tempão para disfarçar as terríveis olheiras decorrentes da noite mal dormida. Lembrei que tinha uma apresentação importantíssima, a qual definiria uma grande promoção a alguém do meu setor. Pelo menos nessa parte acredito ter me dado bem.
Saí para o almoço, morrendo de fome, pensando na lasanha da minha mãe. Porém, tive que me contentar com um hamburguer no Fast Lanches. Sendo que para não fugir da rotina de um dia que começou com o pé esquerdo, derrubei molho na minha camisa branca novinha que, diga-se de passagem, foi uma extravagância. Voltei à empresa para terminar um relatório que comecei há meses, mas para minha felicidade, o computador resolveu parar de funcionar e provavelmente terei que começar tudo de novo! Um tempo depois, saí para pagar algumas contas do apartamento e na volta já passei para pegar o André na escola - é, ser mãe solteira não é fácil!
Durante o caminho, ele me contou que o amigo cortou o queixo na hora do intervalo porque estava correndo demais, que a professora elogiou seu trabalho de história e que ele achou estranho quando uma menina da sua sala, Luana, deu-lhe um beijinho na bochecha. Filhos são coisinhas fofas, mas de vez enquando confesso que dá uma vontade de apertar um botão para desligar.
Cheguei em casa exausta, e ainda tive que arrumar alguma coisa para o pequeno comer. Sentei para assistir alguma série interessante, mas logo aquele cabelinho preto e liso foi se apossando do meu colo, senti que o controle da TV havia sido roubado das minhas mãos cansadas para colocar em um desenho. Decidi assistir com ele, pois não conseguia mover um músculo.
Apesar do meu estado perturbador e deprimente, consegui prestar atenção em alguma coisa, e meu Deus, como tem lixo na televisão! Programação infantil na minha época tinha mais conteúdo, já que no final do desenho sempre conseguíamos tirar uma lição. Hoje, se as crianças não ficarem agressivas depois de meia hora em frente ao televisor já será uma grande coisa.
Tocou o despertador, não tinha dormido nada, e ainda fiquei um tempão para disfarçar as terríveis olheiras decorrentes da noite mal dormida. Lembrei que tinha uma apresentação importantíssima, a qual definiria uma grande promoção a alguém do meu setor. Pelo menos nessa parte acredito ter me dado bem.
Saí para o almoço, morrendo de fome, pensando na lasanha da minha mãe. Porém, tive que me contentar com um hamburguer no Fast Lanches. Sendo que para não fugir da rotina de um dia que começou com o pé esquerdo, derrubei molho na minha camisa branca novinha que, diga-se de passagem, foi uma extravagância. Voltei à empresa para terminar um relatório que comecei há meses, mas para minha felicidade, o computador resolveu parar de funcionar e provavelmente terei que começar tudo de novo! Um tempo depois, saí para pagar algumas contas do apartamento e na volta já passei para pegar o André na escola - é, ser mãe solteira não é fácil!
Durante o caminho, ele me contou que o amigo cortou o queixo na hora do intervalo porque estava correndo demais, que a professora elogiou seu trabalho de história e que ele achou estranho quando uma menina da sua sala, Luana, deu-lhe um beijinho na bochecha. Filhos são coisinhas fofas, mas de vez enquando confesso que dá uma vontade de apertar um botão para desligar.
Cheguei em casa exausta, e ainda tive que arrumar alguma coisa para o pequeno comer. Sentei para assistir alguma série interessante, mas logo aquele cabelinho preto e liso foi se apossando do meu colo, senti que o controle da TV havia sido roubado das minhas mãos cansadas para colocar em um desenho. Decidi assistir com ele, pois não conseguia mover um músculo.
Apesar do meu estado perturbador e deprimente, consegui prestar atenção em alguma coisa, e meu Deus, como tem lixo na televisão! Programação infantil na minha época tinha mais conteúdo, já que no final do desenho sempre conseguíamos tirar uma lição. Hoje, se as crianças não ficarem agressivas depois de meia hora em frente ao televisor já será uma grande coisa.
Finalmente meu garotinho dormiu, estava quase acompanhando-o quando ouço uma propaganda da Zorra Total para o dia seguinte. Credo! Só de escutar aquilo já perdi algumas ligações de neurônios. É uma pena que não aproveitem o talento tão grande de alguns dos humoristas que aparecem no programa. É triste saber que meu filho crescerá em meio a tanta porcaria.
No entanto, não era dia para muitas reflexões. Coloquei meu garotinho na cama, dei um beijinho de boa noite e pensei que finalmente teria uma ótima noite de sono. Duas horas depois, André chega berrando no quarto por causa de um pesadelo e insiste em ouvir uma história - eu mereço!
Tive que ler Peter Pan duas vezes e ainda explicar para ele que a Terra do Nunca, infelizmente, não existe. - não quero que ele cresça pensando que a vida é uma fantasia, de vez enquando até que vai, mas ele precisa se acostumar com a realidade. Contudo, meu garotinho quase me convenceu do contrário. - como aprendemos com as crianças!
E quer saber, no final das contas, valeu a pena não dormir quase nada. Mesmo sabendo que terei que enfrentar outro dia como o anterior quando acordar.
No entanto, não era dia para muitas reflexões. Coloquei meu garotinho na cama, dei um beijinho de boa noite e pensei que finalmente teria uma ótima noite de sono. Duas horas depois, André chega berrando no quarto por causa de um pesadelo e insiste em ouvir uma história - eu mereço!
Tive que ler Peter Pan duas vezes e ainda explicar para ele que a Terra do Nunca, infelizmente, não existe. - não quero que ele cresça pensando que a vida é uma fantasia, de vez enquando até que vai, mas ele precisa se acostumar com a realidade. Contudo, meu garotinho quase me convenceu do contrário. - como aprendemos com as crianças!
E quer saber, no final das contas, valeu a pena não dormir quase nada. Mesmo sabendo que terei que enfrentar outro dia como o anterior quando acordar.
- Era para ser um texto sobre a insistência da TV aberta em colocar programas do tipo lixo cultural. Porém, deu pra notar que não foi bem isso que saiu. Mesmo assim, obrigada a Gabi pela indicação do tema :D