21.4.10

Como se fosse poeta



A escrita torna-se necessária,
Como o sangue que corre em minhas veias,
Como a água que mata minha sede;
É a minha calma e a minha loucura,
Juntas, trilhando uma mesma direção.

Sem ela me sinto perdida;
Inerte;
Sem vida.

Sem ela escondo os sentidos;
Do mundo;
De mim.

A escrita torna-se necessária,
É a minha liberdade de sofrer, de ser, de amar.
É a minha intransigência ao intolerante;
Como se precisasse me expor,
Interiormente, para me compreender.





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